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Saga "Dívidas do Começo de ano" parte 1 - Calma e resiliência

Atualizado: Fev 14


Bom dia, pessoal! Tudo bem?


Este é o primeiro post que escrevemos em colaboração com o Blog da Bem Gasto! Estamos muito felizes pela oportunidade e esperamos que essa parceria dure por muito tempo!


E, pra começar o ano com o pé direito, vamos já com uma série.E por falar em “começo” de ano, já estamos em fevereiro! Dá pra acreditar? Tempo passa rápido… As promessas do Réveillon vão se acumulando...E de uma coisa eu tenho certeza: muita gente daqui está se recuperando dos “exageros” do final de ano.


Alguns exageraram na comida; outras na bebida e nas festas; e outr@s mais exageraram na gastança! Não é? É presente pra turma toda, aquela viagem que você se convenceu de que merecia depois de um ano ótimo (ou um ano dificil, afinal a história que contamos para nós mesm@s varia de pessoa para pessoa), as roupas pra festa do Réveillon… é só você escolher pra onde foi a grana.


Sentiu-se tocado pela mensagem? A carapuça serviu? Não tem problema! Acontece. Quer fazer diferente e trilhar o caminho para sair dessa? É pra VOCÊ que vou fazer uma série de seis textos pelas próximas seis semanas, falando sobre como a gente pode fazer um “detox” financeiro e fazer com que você não comece 2021 endividad@! Vamos lá?


A primeira dica, do primeiro texto, é simples: tenha calma. Pois é, calma. Vai dar tudo certo!“É isso? SÓ isso? Nada mais?” É. Isso mesmo. A “arte” já está feita. Veja pelo lado positivo - pode ser que coisas, experiências e acontecimentos na sua vida aconteceram (e foram bons) por causa disso!


Ao mesmo tempo, reconheça que a consequência de seus atos é algo que você considera de verdade indesejável. Dever no cartão e pagar juros não te deixou feliz; ver seu cheque especial sendo usado é algo que te incomoda; você tem medo que sua dívida se torne incontrolável.Tudo isso acaba gerando culpa. Não tem jeito, é humano. Só que isso gera um problema - o sentimento de culpa sobre o que já foi não vai te ajudar a ir para a frente de maneira saudável. Na maioria das vezes, ele só alimenta um círculo vicioso, gerando mais ansiedade e, por causa desa ansiedade, a repetição dos mesmos comportamentos que você tanto quer evitar e tanto se esforça para não repetir.


Aí você fala: “Mas o começo de ano já passou e eu não comecei... em janeiro eu pisei na jaca de novo... e agora? Afogo em dívidas? Não tem mais jeito?” Tem,sim. Começar. Levantar a cabeça, assumir que não começou e ver o que pode fazer a partir de agora. Não começou antes? Comece agora! Melhor agora do que nunca. Sempre há tempo de mudar.“Simples assim?” É, simples assim.


Não quer dizer que seja fácil. Perdoar-se pode ser muito difícil, mas necessário. Aceitar o que já foi e decidir mudar daqui pra frente demanda MUITA coragem. A calma vai te dar tempo de analisar mais friamente o que precisa ser feito e reunir a coragem para (re)começar no caminho.“Ah, isso é papo de autoajuda”. Não sei o que você considera como autoajuda, mas não importa o rótulo. A verdade é que se não estivermos tranquil@s com o que aconteceu até agora, a chance de autossabotagem é bem grande.


Minha experiência com comida (algo que precisa de mudança de comportamento, como o uso da grana) é assim: Sempre que me culpei por ter engordado, engordei; quando foquei no que precisava ser feito para mudar, mudei... convido você a fazer a mesma coisa e, com muita resiliência, recomeçar o processo sempre que falhar. Qual a outra opção?


Em resumo: a calma vai te trazer a consciência de que é possível mudar. E, de quebra, vai alimentar sua resiliência para conseguir encarar o processo, que não será instantâneo. Isso vai te preparar para executar os próximos passos.Então, a primeira coisa é: calma. Relaxa que a besteira já foi - agora é pensar no que fazer no futuro!Que acham? Vocês passaram por essa esbórnia de final de ano? Como se sentiram? Contem pra gente!!!Um abraço e até a próxima!


Seu Mapa Financeiro - blog em construção do voluntário Alexi Atchabahian



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